Estratégias da segunda guerra mundial e ensinamentos

O que o fracasso de Hitler tem a nos ensinar em termos de gestão de tarefas e de equipes?

Estratégias da segunda guerra mundial e ensinamentos
Eles consideraram quase tudo, exceto a principal força do seu adversário – e não, não estamos falando de Hitler – e sim das falhas convencionais que atrapalham as empresas atualmente.

De Füher à aplicativos mobile

O ano era 1933 e um novo chanceler tomava o poder na Alemanha. Adolf com seu caricato bigode aparado, cativava multidões com seu discurso de ódio fantasiado de promessas para uma importante retomada  alemã, frente à crise econômica que também assolava o país.

(…) 

O ano era 1939 e Hitler já convencera uma significativa parcela da população à alistarem-se ao partido Nazista em prol da construção do “ideal ariano” (onde pregava-se a potencia viril da “raça alemã”, e fomentava a extinção de todas as demais “raças humanas” que não esta) – e assim iniviava a inescrupulosa segunda guerra mundial.

Judeus, ciganos, imigrantes, negros, homossexuais, e toda “gente não alemã” passaram a ser negligenciados pela sociedade ariana (perderam seus empregos, não podiam mais comprar alimentos e aos poucos tiveram seus direitos básicos erradicados) – e não pararia no por aí, como sabemos. O grande plano de extermínio era de fato completo (da identificação à execução) e os campos nazistas de concentração foram palcos de verdadeiras chacinas ovacionadas por idealistas.

Nesta fase, o partido Nazista alemão acreditava prosperar, ainda que aos poucos estivesse a perder aliados internacionais, como o Brasil de Getúlio Vargas (que derrotou as tropas alemãs na Itália). Contudo, o ônus que os motivava era justamente o de ter um verdadeiro exército treinado, alienado e potencialmente armado – que amedrontava de arianos à capricornianos.

Sob o viés histórico-cultural é fácil perceber que Hitler não se importava com “países aliados”. Seu ideal de supremacia alemã, embora Adolf fosse austríaco, contradizia a intenção de união de forças entre “raças” diferentes. Um baita dilema!

E 1938 a Alemanha já estava tomada pelos ideais nazistas e o plano de extermínio seguiu para a conquista de países vizinhos, estes que sucumbiram aos exércitos Hitleristas: Polônia, Dinamarca, Suécia, Grécia, Iugoslávia, Luxemburgo, França, Bélgica, Noruega e Holanda.

Hitler, que acompanhou todo o massacre sem sair da Alemanha, era incansável e  intencionava a conquista da Rússia do seu, até então aliado, Stálin.

Dois anos após a primeira conquista territorial (na Polônia, 1939) as tropas alemãs chegam à União Soviética (1941), para a batalha conhecida como Stalingrado – na região de mesmo nome. Inicialmente as tropas alemãs avançaram, empurrando o exército da antiga União Soviética (URSS) para o centro do país (região que também intencionavam conquistar). 

Entre vitórias e recuadas, as tropas alemãs notaram que um importante elemento não fora devidamente considerado pelo Füher, ao decidir invadir aquele país: o rigoroso inverno russo – com médias de 30 graus negativos!

Ainda em 1941, ao sentirem na pele a força da geografia climática, o exército Nazista decidiu “pausar sutilmente as suas operações”, considerando voltar a atacar durante o verão – o que de fato ocorreu, com os famosos ataques aéreos da Luftwaffe.

O sucesso dos bombardeios aéreos motivou os alemães, em 1942, a continuarem o seu ideal de conquista da região de Stalingrado (que era o parque industrial soviético e um ponto geográfico estratégico para as futuras intenções de Hitler), mas como na história dos Três Porquinhos, novamente o inverno se aproximava.

Mas Hitler, tal qual o lobo mau, estava motivado com os resultados e optou por não enviar roupas de inverno aos soldados alemães acreditando que os mesmos venceria a batalha e chegaria a Moscow antes da chegada desta estação – o que não ocorreu. 

Pouco a pouco a condição geoclimática passou a enfraquecer as tropas alemãs causando fome, doenças e perda de armamentos, munições e veículos – que congelavam -, o que contribuiu para a vitória Soviética, apoiada pela Inglaterra, Estados Unidos e demais países que compunham o Eixo opositor e  que, posteriormente, dominaram a Alemanha ao final da segunda guerra mundial em 1945.

A história conta que Hitler, ao saber da derrota, suicidou-se junto à sua esposa Eva Braun,  dentro do forte altamente blindado onde viveram na época, em Berlim – embora ainda hoje existam rumores de que Hitler tenha fugido para a América do Sul.

São Pedro 1 x 0 Hitler.

As falhas na estratégia de Hitler x As possíveis falhas estratégicas de empresas nos dias de hoje

Ao analisarmos as três principais falhas do exército nazista alemão, durante a segunda guerra mundial, obtemos insights valiosos que podem nortear empresas quanto ao não cometimento de falhas nas estratégias de negócios. São estes:

1 – Erro de cálculo geoestratégico

Hitler: não considerou os fatores geográficos da Rússia e a derrota do exército Nazista foi marcada pelo congelamento de armas, munições, alimentos, assim como pela impossibilidade de decolagens de aviões e os consequentementes adoecimento e morte de soldados. A cultura e hábitos dos soviéticos foram fatores decisivos para a vitória, não observados com atenção pelo Füher.

Empresas:  não é muito difícil encontrar empresas que não se atentam em estudar aspectos geoculturais dos mercados onde decidem atuar. A Coca-Cola Company, por exemplo, gastou milhares de dólares durante anos para tentar conquistar o império do Guaraná Jesus no nordeste brasileiro até decidirem criar primeiramente o guaraná Kuat – que sequer fez cócegas no refrigerante cor-de-rosa e posteriormente, vencidos pelo cansaço (risos) comprarem a patente Guaraná Jesus – pois é, venderam-se :/

2 – Má gestão de alianças

Hitler: optou por atacar a União Soviética (que até então era aliada da Alemanha, pelo Pacto “Ribbentrop-Molotov”), o que gerou descontentamento e fúria aos líderes russos. O mesmo pouco tato se deu com o rompimento do “Pacto Anticomintern”, assinado entre Alemanha e Japão, em 1936, e que previa a cooperação entre os países – Hitler excluiu a possibilidade de ajuda das tropas japonesas e não repassou informações relevantes sobre a evolução do plano – e o Japão não deixou barato, surpreendendo o Füher com o famoso ataque a Pearl Harbor, nos Estados Unidos.

Empresas: uma das falhas mais comuns e mais maléficas para qualquer negócio é justamente a de falhas na construção de alianças e no estreitamento de comunicação entre funcionário e gestores. O alto número de processos trabalhistas no Brasil, baseados em assédio moral, demonstram o quanto o déficit de “não-liderança” ainda é comum na alta gestão empresarial. 

3 –  A entrada dos EUA na guerra

Hitler: após ser surpreendido pelo ataque do Japão a Pearl Harbor, o Füher rapidamente tratou de expressar apoio às tropas nipônicas – em especial porque já nesta altura, EUA e Inglaterra (aliados da segunda guerra) executavam atos expressivos que dificultavam os planos alemães. O Estados Unidos não acreditavam que os efeitos de uma guerra na Euroásia pudessem respingar em seus territórios, devido ao distanciamento – isso até às tropas japonesas bombardearam Pearl Harbor o que motivou os líderes norte-americanos a financiar o armamento e a infraestrutura do Eixo adversário de países adversários de Hitler, o que muito ajudou no desfecho histórico.

Empresas: temos no exemplo citado acima, dois pontos de atenção para as empresas, sendo o primeiro acerca da “zona de conforto imaginária”, que fez, por exemplo, grandes seguradoras do Brasil não temerem a entrada de startups de seguros online no mercado – e ainda hoje as grandonas tentam reparar as perdas; E o segundo está justamente na forma como as empresas precisavam passar a considerar a aquisição de soluções e produtos brasileiros, antes de optarem pela aquisição de serviços internacionais de igual valor funcional. Isso se chama “enaltecer a força econômica do nosso país” – e é claro que, para tanto, políticas econômicas devem ser aplicadas a ponto de colaborarem com a precificação dos produtos/serviços nacionais.


Como é possível perceber, as falhas estratégicas de planejamento de Hitler contribuíram, felizmente, para o fim da segunda guerra mundial. Em contrapartida, e sob o viés de aprendizado acerca de tais fatos, há ainda, e infelizmente, muito a ser aprendido pelos gestores de empresa em termos de gestão de tarefas e gestão de equipes.

Dos aprendizados, evidenciamos:

    • Valorizar o potencial dos colaboradores;
    • Prover a união de forças; 
    • Prover tecnologia que permita o avanço esperado;
    • Investir em Business Intelligence;
    • Não tomar decisões com base em feeling;
  • Respeitar a pluralidade e, jamais, aceitar práticas racistas e excludentes – ao contrário de 1933, hoje em dia tais atos são criminosos.

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