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Gestão de frotas: os 3 principais erros e como evitá-los

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Errar é humano (sabemos), mas em tempos de Machine Learning desconsiderar a importância do aprendizado pode não ser uma boa para a sua estratégia de gestão de frotas! Vamos conhecer os 3 erros mais cometidos ao que tange este assunto e entendermos juntos o que fazer para não cometê-los mais 😑.

 

Oi, tudo bem? Como vai a gestão de frotas da sua empresa?

 

Com o preço do combustível em seu auge estratosférico, redijo este artigo – e percebam aqui o meu protesto acerca do assunto.

Quando o assunto é gestão de frotas quatro impreteríveis pilares devem sustentar a operação da sua empresa. São estes:

1 – Faça o raio-x da sua frota

Este não é somente o passo inicial para a eficácia da gestão de frotas, mas sim objetiva um raio-x completo acerca dos bens móveis da sua empresa.

A ação de diagnosticar por completo o real estado e respectivas condições de uso, interfere diretamente nos fatores de desempenho da operação logística, assim como é um tremendo influenciador no resultado das margens de lucratividade e rentabilidade. Ou seja, este é também um procedimento contínuo e que deve ser considerado na sua operação de gestão de frotas e que suporta os procedimentos preditivos e preventivos com foco em logística.

 

2 – Estabeleça políticas e boas práticas de desempenho para as frotas

A carta magna da operação de gestão de frotas configura-se como um manual de políticas e boas práticas para gestão logística deste tipo.

Ao definir quais são os objetivos de cada veículo, quais os tetos e mínimos de desempenho esperado, qual o calendário de manutenção e avaliação de desempenho, assim como quais são os prazos e regiões de atendimento para cada veículo, você estará oportunizando a padronização da operação – o que em termos de aplicação e controle de boas práticas de gestão de frotas, só tem a somar.

3 – Tenha a tecnologia como braço direito da operação de frotas

Nem só de GPS viverá a sua gestão de frotas (e sabemos disso, não é?), por isso o uso de sistemas de gestão de frotas já é uma realidade no Brasil e no mundo, desde o início do ano 2000. 

Ter um sistema de gestão logística que compreendam módulos dedicados à gestão de frotas é importantíssimo! E fatores como rotas, mapeamento, acompanhamento, revisão, manutenção, prazos, controle de entregas/retiradas, aspectos jurídicos/financeiros/qualidade de condução, não podem (de forma alguma) faltar em seu sistema de gestão.

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4 – Controle a sua operação de frotas em tempo real

Os custos inerentes à veículos, em especial no 2021 do Brasil, já dizem muito sobre a importância de controlar a sua operação de gestão de frotas, em tempo real.

Além da economia em dim dim, é válido ressaltar que o acompanhamento em tempo real oferece insights valiosos para a operação comercial do seu negócio, como a identificação dos melhores horários para atuação de acordo com a região atendida.

Fatores como segurança e emprego de mais qualidade de vida aos profissionais motoristas também são importantes métricas que atenuam o sucesso da operação, e que podem ser facilmente medidos em um sistema de gestão de frotas, em tempo real.

Os 3 erros mais comuns em gestão de frotas e como evitá-los?

 

Abaixo elencamos o top 3 dos erros mais cometidos durante o processo de gestão de frotas. A intenção é a de condicionar a sua atenção para os mesmos e te ensinar (ou te lembrar) formas simples de não cair nessas enrascadas. Veja:

1 – Falha no dimensionamento da frota

Cientes de que a aquisição ou a agregação de bens móveis no Brasil caracteriza-se como investimento de alto custo, saber calcular o dimensionamento ideal da sua frota te ajudará a garantir a eficácia desta etapa de sua operação logística.

O dimensionamento de frotas indica a capacidade de viagens que um determinado veículo pode realizar saudavelmente.

Para chegar a este resultado, o seu sistema de gestão de frotas (ainda que este resuma-se à planilhas de Excel) deve conter os seguintes dados atualizados de cada veículo/mês: 

  • Peso do chassi
  • Peso bruto do veículo
  • Peso do reboque
  • Peso de outros equipamentos
  • Média de velocidade operacional (ida e volta)
  • Tempo médio de descarga (ida e volta)
  • Distância percorrida (ida e volta)
  • Carga horária de dia de trabalho
  • Total de turnos por dia
  • Total de dias trabalhados no mês
  • Total de dias previstos para manutenção mensal

 

Cálculo para dimensionamento de frota:

Com esses dados em mãos, vamos primeiramente calcular o peso total do veículo. Para tanto basta somar os pesos do chassi + carroceria + reboque + equipamentos. Guarde este valor.

Na sequência precisaremos contabilizar a carga útil do veículo (também conhecida como Lotação). Para tanto, subtraia o peso bruto total do peso total (calculado anteriormente). O resultado desta operação indicará a lotação do veículo.

Para finalizar a composição do dimensionamento de frotas, é necessário calcular o total de viagens necessárias, através da divisão do limite da capacidade de carga mensal a ser transportada pela Lotação/Carga Útil – e assim você chegará ao total de viagens ideal por mês.

Claro que, feito isso, entra em ação um novo e importante  procedimento: o planejamento de entrega (que aí sim deverá dividir a meta de total de viagens entre os veículos e seus respectivos condutores, respeitando os fatores de carga horária e turnos de trabalho, tempo de trajeto, velocidade média e tempo de carga/descarga).

2 – Desconsiderar o processo de roteirização ágil

A metodologia de roteirização ágil, infelizmente, não é uma realidade mundial. Ainda que a aplicação de tais procedimentos influenciem diretamente em fatores triviais para o bom desempenho da gestão logística, tais como: economia de tempo, dim dim e bem-estar do profissional motorista.

O conceito de roteirização ágil se baseia em análise de dados (sim, Business Intelligence para logística 😎) que permitem a identificação de trajetos mais rápidos e com menor incidência de problemas nas vias, identificação e convenviamento de postos de combustíveis com melhor custo x benefício, identificação de melhores dias e horários para saídas e regresso e a identificação de veículos ideais para o trajeto versus a carga transportada.

Vale lembrar que um sistema de gestão de frotas adequado permite que tal apontamento seja realizado de forma automática, uma vez que os dados das viagens realizadas estejam constantemente atualizados.

3 – Dar sobrevida aos pneus

O planejamento para manutenção veicular pode (e deve) ser volátil. Isso porquê, não é correto calcular o tempo médio para revisões apenas com base no tempo de vida e carga transportada.

Parece óbvio, mas quando o assunto são os pneus dos veículos, não é incomum nos depararmos com empresas que gastam desenfreadamente com combustível, freios e até mesmo suspensão, por conta do mau acompanhamento da vida útil dos pneus.

Para que a sua empresa “não peque pelo excesso”, é altamente recomendado que o módulo de mapeamento de manutenção de veículos esteja integrado aos módulos de operação que possuem os dados de transporte de cargas, horários, trajetos e tipo de cargas – assim sendo, um histórico com base em dados operacionais (não mais em feeling 😏) apontará uma possível antecipação de trocas de pneus (ou qualquer outra manutenção do tipo), de acordo com o histórico ou planejamento de ações para cada veículo da sua frota.

Invista em tecnologia, respeite a vida!


E assim finalizo este superartigo sobre gestão de frotas e sistemas de gestão logística, e espero ter contribuído com insights valiosos para a sua empresa 🙂

Boas adequações por aí e conte com a gente!

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